Ambiental, Social, Governança e Regulamentação do lobby são os pilares do Comitê ESG

O Comitê ESG, mais novo grupo de debates da Abrig, foi criado para ser um espaço de discussões, troca de experiências e ações de acordo com os compromissos estabelecidos pela sigla ESG – Ambiental, Social e Governança. Giuliana Franco, diretora da Abrig e coordenadora do Comitê ESG, falou sobre a importância de proporcionar esse ambiente para os associados da entidade, quais as expectativas e os pilares de atuação do órgão. Confira a seguir.


ABRIG: Quais são os pilares de atuação do Comitê ESG?


GIULIANA FRANCO: O Comitê tem por objetivo discutir a tríade Social, Ambiental e Governança e, ainda, construir caminhos para que a ética e o compliance sejam constantemente debatidos pela Abrig, sobretudo no que se refere à regulamentação da atividade. Nossos pilares são, portanto, o tripé ESG e, em adição, a regulamentação do lobby, um dos principais eixos de atuação da nossa entidade.


ABRIG: Por que foi criado o Comitê ESG da Abrig?


GIULIANA FRANCO: O Comitê ESG surgiu pela necessidade dos profissionais de RIG entenderem do que se trata a sigla ESG. Vimos essa janela como uma oportunidade de reunir os profissionais que já estão engajados na agenda e possuem cases de sucesso com os profissionais que ainda não conhecem a pauta ou não conseguiam instrumentalizar suas ações. O Comitê nos oferece a oportunidade de construir juntos uma capacitação específica para a área e mostrar para o mercado de relações institucionais e governamentais o quanto a Abrig está preocupada com agendas como essas, que abrangem os eixos ESG.


ABRIG: Quais são as expectativas para a atuação do Comitê?


GIULIANA FRANCO: O primeiro e mais importante ponto é atrair os associados da Abrig para participarem do debate e engajarem nas ações. Mostrar o quanto a Abrig está inovando e olhando para as necessidades do mercado e dos profissionais. O segundo ponto é atrair novos associados, sejam pessoas físicas ou jurídicas, para participarem desse processo, a fim de que tenhamos uma maior participação ética e transparente desses profissionais em outras agendas.


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