Atividade de Relações Institucionais e Governamentais é tema de TCC de associada Abrig

Integrante do Comitê Abrig Mulher, Mayara Kellen cursou Relações Internacionais e é pós-granduanda em Assessoria Parlamentar. Durante sua formação, aprofundou seus estudos em Relações Institucionais e Governamentais, atividade que pautou o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Confira a seguir a entrevista com a associada da Abrig.


ABRIG: Durante a pesquisa para a elaboração do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) teve dificuldades em encontrar fontes de pesquisa? Por quê?


MAYARA: Muitas colegas que trabalham com lobby me ajudaram enviando artigos, entrevistas e matérias a respeito da regulamentação, por isso não tive dificuldade em encontrar fontes de pesquisa. A coordenadora do Comitê  Abrig Mulher, Francine Moor, me auxiliou com diversas indicações de como discorrer sobre o assunto. Fiz, também, algumas perguntas para a presidente da Abrig, Carolina Venuto, que esclareceu todas as dúvidas que eu tinha acerca do assunto.


ABRIG: Em sua opinião, qual a importância de termos mais cursos que preparem os profissionais para a atividade de relações institucionais e governamentais (RIG)?


MAYARA: O profissional de relações institucionais e governamentais é versátil e precisa estar sempre antenado ao cenário político brasileiro. Oferecer mais cursos significa ter profissionais mais habilitados a exercerem sua profissão e enfrentar o dia a dia. Os cursos direcionados auxiliam muito as pessoas que desejam se inserir na área de relações institucionais e governamentais e ainda não possuem experiência. Eu, por exemplo, não possuía experiência prévia e fiz diversos cursos que me impulsionaram a entrar no mercado de trabalho.


ABRIG: Quais são os benefícios para o país ao regulamentar a atividade de RIG, também conhecida como lobby?

MAYARA: ​A atividade de lobby – defesa de interesses – ainda é cercada por um forte estigma ligado ao crime e à corrupção por pessoas que ainda não têm conhecimento sobre o que é, verdadeiramente, fazer lobby. Com a regulamentação do lobby, a  interação existente entre os lobistas e os stakeholders ganhará maior visibilidade e isso poderá contribuir para a construção de um processo decisório mais transparente e accountable. O lobby é um verdadeiro ato democrático.


** Os artigos/entrevistas publicados são de inteira responsabilidade de seus autores. As opiniões neles emitidas não exprimem, necessariamente, o ponto de vista da Abrig.